É preciso viver o amor!

Texto Base: Lucas 7:11-17

Introdução: o amor é um legado precioso deixado por Deus aos seus filhos, mas que infelizmente tem sido desprezado.

Amar precisa ser o nosso alvo. E esse propósito só é atingido a medida em que nos relacionamos com Deus, quando buscamos um nível maior de intimidade com Ele e nós relacionamos, também com as pessoas.

Certo dia quando Jesus percorria Israel ao lado de sua família espiritual, chegou a cidade de Naim e ali encontrou uma cena muito triste, uma mãe que estava a caminho do cemitério para enterrar seu único filho. Para piorar a situação, aquela mãe já havia feito aquele percurso antes para enterrar o esposo, o que indicava que ela estava a caminho de sepultar sua última esperança.

Mas naquele dia Jesus nos ensinou a amar, quando:

Em primeiro lugar: sentiu a dor daquela mulher

Jesus olha para a mulher e de imediato demonstra compaixão, compreende o estado emocional pelo qual ela estava passando e decide fazer algo para mudar aquela realidade. Isso é amor.

Infelizmente nossa geração está muito distanciada do verdadeiro amor, aliás, nossa geração está contaminada pelo individualismo. O outro, o irmão, o próximo esta sendo colocado em segundo plano ou até mesmo vem sendo descartado.  Até mesmo Deus está sendo descartado, as igrejas lotam de pessoas e a maioria não está nem um pouco preocupada em agradá-lo, adorá-lo, mas  querem mesmo é a benção, e ter os seus pedidos atendidos.

Hoje muitas mães estão numa situação semelhante a daquela mulher encontrada por Jesus  em Naim, perderam seus maridos e já estão a caminho do cemitério para enterrar os filhos. Como igreja o que estamos fazendo? Precisamos vencer a indiferença, o individualismo e fazer o que Jesus fez. Sentir a dor de tantas pessoas que sofrem a nossa volta.

Segundo lugar: Não teve medo de expor

Ao ver a mulher chorando, Jesus ordenou que não chorasse. Alguém disse que Jesus fez algo que quebra todas as regras da psicologia, que diz que ninguém pode dizer ao outro o que deve sentir. Mas Jesus, não estava ali como um psicólogo, como aquele que auxilia o homem a conviver com seus problemas, Ele estava ali como enviado de Deus, como alguém cheio de poder e autoridade, para mudar toda e qualquer situação.
Jesus tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar.

Imagine essa cena: Jesus estava acompanhado de uma multidão, e o féretro também contava com uma grande quantidade de gente. Imagine, no meio de tanta gente alguém fala com um morto, é preciso muita coragem, para fazer isso, mas Jesus não tinha medo de se expor, Ele sabia que havia sobre ele, unção para curar, libertar e ressuscitar mortos. Para Jesus ver a ressureição de um Jovem superava todas possibilidades de ser criticado ou mal interpretado.

Conclusão: Jesus encontra essa sitação terrível em Naim que significa terra agradável, isso nos ensina que os lugares que consideramos como agradáveis, até mesmo perfeitos são lugares que necessitam da manifestação do amor.


Os milagres, o poder de Deus só se manifesta numa atmosfera de amor. Fomos chamado para amar, é preciso viver o amor. 

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